Todos sabemos (ou deveríamos saber!) que na história da dita civilização ocidental, tão orgulhosa de si mesma, mulheres tem sofrido sistematicamente inúmeras formas de violência física, psicológica, econômica, sexual e simbólica.

Essas violências infelizmente continuam presentes na sociedade contemporânea. A disparidade salarial entre gêneros e a pequena representatividade feminina em cargos de poder e liderança, em comparação com os homens, são apenas alguns exemplos de sua manifestação.

As marcas do patriarcado também se estendem para o controle e vigilância dos corpos femininos. Privadas, ao longo dos séculos, de liberdade em relação a si mesmas, às mulheres muitas vezes foi reservado o lugar de espectadoras da própria vida, cabendo aos homens o papel de gestores e administradores de seus corpos e desejos.

Os impactos dessa biopolítica também se fazem sentir no estabelecimento de protocolos médicos/hospitalares que retiram a autonomia da mulher desde a gestação até o parto (redundando inclusive na violência obstétrica), e no estigma das práticas tradicionais de cuidado do corpo feminino, bem como na invisibilização das mulheres na cultura ocidental de uso de psicodélicos, para a qual elas têm dado uma contribuição decisiva mas pouco valorizada.

E importantíssimo que, ao falarmos de psicodélicos, demos destaque para a agência feminina e para as redes de solidariedade formadas por mulheres, que compõem um importante aspecto da relação entre seres humanos e plantas sagradas e da formação de culturas, religiões e representações coletivas associadas a seu consumo.

Por essas e outras razões, é importantíssimo que, ao falarmos de psicodélicos, demos destaque para a agência feminina e para as redes de solidariedade formadas por mulheres, que compõem um importante aspecto da relação entre seres humanos e plantas sagradas e da formação de culturas, religiões e representações coletivas associadas a seu consumo.

Nesse artigo, vamos abordar uma luminosa experiência feminina com plantas sagradas: a arte do partejar e as relações de cuidado e apoio estabelecidas entre as mulheres na religião brasileira do Santo Daime.

Santo Daime e resistência feminina

O Santo Daime é a mais antiga das assim chamadas religiões ayahuasqueiras brasileiras. Fundada por Mestre Raimundo Irineu Serra, homem preto nordestino que emigrou para a Amazônia durante os ciclos da borracha do século XX, essa religião tem uma entidade feminina, a Rainha da Floresta, uma “Deusa Universal”, como sua padroeira espiritual.

Algumas das maiores lideranças da religião são mulheres, como é o caso de Madrinha Rita, matriarca da ICEFLU – Igreja do Culto Eclético da Fluente Luz Universal, e Madrinha Peregrina, viúva de Mestre Irineu e liderança inconteste do CICLU – Alto Santo (Rodrigues e Assis, 2022).

Um aspecto ainda pouco comentado na literatura sobre o Santo Daime, contudo, é a agência feminina no interior de suas práticas, e a rede de apoio e sororidade nutrida entre as mulheres e mantida viva ao longo das décadas, apesar das dificuldades infligidas por uma sociedade machista e pela sobrecarga de trabalho imposta sobre muitas delas.

Essa rede de solidariedade se apresenta de forma especialmente heroica no que diz respeito à gestação e ao parto. Há toda uma tradição feminina daimista da arte do partejar. Que permanece viva, passada de geração em geração e protegida por zelosas guardiãs.

Importante dizer, também, que esse texto trata especificamente do Santo Daime. Cada tradição ayahuasqueira tem uma cultura própria, e o que acontece no contexto daimista não pode ser generalizado para todo o universo ayahuasqueiro.

No Santo Daime as mulheres tem o direito de tomar ayahuasca durante todo o período de gravidez e também durante o trabalho de parto. É uma escolha individual da mulher, e ninguém pode forçá-la a isso. Assim como acontece no caso das crianças, mulheres grávidas consomem doses menores do que o restante do grupo (que chega a ser simbólica, muitas vezes).

No Santo Daime as mulheres tem o direito de tomar ayahuasca durante todo o período de gravidez e também durante o trabalho de parto. É uma escolha individual da mulher, e ninguém pode forçá-la a isso. Assim como acontece no caso das crianças, mulheres grávidas consomem doses menores do que o restante do grupo (que chega a ser simbólica, muitas vezes). Gestantes também podem participar normalmente dos rituais, porém sem obrigatoriedade de fazê-lo, prevalecendo sua liberdade de escolha (Labate, 2011).

Liberdade essa que foi colocada em xeque por alguns agentes do Estado e empreendedores morais ao longo das décadas, a despeito da ausência de evidências científicas de que o consumo de ayahuasca possa causar malefícios a gestantes, crianças pequenas e fetos, e da experiência viva de mulheres, crianças e famílias saudáveis em comunidades daimistas, fartamente documentada na literatura antropológica.

Arte de Fernanda Cervantes.

Isso posto, foi um acontecimento não menos que histórico quando, em 2010, a agência brasileira de governo responsável pela política de drogas nacional, CONAD, tomou a decisão de garantir às mulheres grávidas a autonomia e o direito de consumir ayahuasca em suas práticas religiosas (CONAD, 2010).

Essa decisão permanece vigente no Brasil, sendo um marco na política de drogas do país e um exemplo mundial. Entende-se, no contexto brasileiro, que cabe à mulher a decisão sobre ingerir ou não ayahuasca durante a gravidez, e ao poder familiar a deliberação sobre ministrar a bebida para crianças.

Nesse caso, portanto, a larga vivência das famílias ao longo das gerações e a liberdade religiosa tiveram precedência sobre o preconceito social, a famigerada política de “guerra às drogas” e o controle médico-legal masculino dos corpos femininos.

O uso da ayahuasca por mulheres durante a gestação e o parto pode ser visto, assim, como um ato de resistência à violência colonial e patriarcal e também como uma manutenção de práticas tradicionais de cuidado e uma possibilidade de cultivar e compartilhar saberes, conhecimentos e vivências ligadas ao universo do partejar.

O uso da ayahuasca por mulheres durante a gestação e o parto pode ser visto, assim, como um ato de resistência à violência colonial e patriarcal e também como uma manutenção de práticas tradicionais de cuidado e uma possibilidade de cultivar e compartilhar saberes, conhecimentos e vivências ligadas ao universo do partejar.

As parteiras tradicionais e a rede de solidariedade entre mulheres

“Não adianta uma mulher dizer que é parteira, se não houver confiança da comunidade.” diz Clarice Andreozzi, parteira reconhecida da linha daimista da ICEFLU.

Isso significa que a arte do partejar está envolvida com a transmissão de saberes entre mulheres, e não é uma atividade solo, individual, mas implicada em uma rede de apoio e solidariedade com raízes antigas.

“Os saberes das parteiras tradicionais não estão ligados somente ao trabalho de parto em si. Muitas vezes ele também está associado ao conhecimento das ervas. Muitas parteiras são rezadeiras, benzedeiras. E também são referência de atenção às mulheres em uma comunidade. A parteira é uma mulher na qual as outras mulheres confiam. Ela não cuida somente do parto, mas também dos problemas femininos”

“É um saber tradicional, ancestral, passado de geração em geração”, lembra Clarice, que acrescenta: “Os saberes das parteiras tradicionais não estão ligados somente ao trabalho de parto em si. Muitas vezes ele também está associado ao conhecimento das ervas. Muitas parteiras são rezadeiras, benzedeiras. E também são referência de atenção às mulheres em uma comunidade. A parteira é uma mulher na qual as outras mulheres confiam. Ela não cuida somente do parto, mas também dos problemas femininos”.

Uma das principais referências históricas no universo daimista sobre esse assunto foi a Madrinha Cristina Raulino. “A partir do nono mês, a Madrinha Cristina já começava a acompanhar as mulheres. A partir do nono mês, uma colherinha de sobremesa (de ayahuasca) toda noite. Ajuda a relaxar e melhorar as dores na hora do parto”, lembra Vera Fróes, importante estudiosa das plantas e do universo feminino no Santo Daime (Fróes, 2014).

Madrinha Cristina Raulino, grande referência daimista na arte do partejar. Fonte: Acervo CEDOC. www.santodaime.org

Madrinha Cristina foi a principal mentora e apoiadora de muitas mulheres na arte do partejar, dentre elas Clarice, que conta que se tornou parteira para “apoiar as mulheres para não passarem as mesmas dificuldades que eu passei. Todas as violências obstétricas. Todo desamparo de informação, no pós-parto, com a amamentação”.

Hoje, Clarice faz parte da Rede “Daime a Luz”, projeto de mulheres ligadas à ICEFLU que procura fortalecer e empoderar as parteiras que vivem nas comunidades daimistas na floresta, “e que podem vir a ser as mestras de novas parteiras”, sobretudo no Céu do Mapiá, matriz da linha expansionista do Santo Daime, fundada pelo Padrinho Sebastião (ele mesmo um parteiro reconhecido pela comunidade).

A arte do partejar e a liberdade das mulheres sobre seus corpos e seus desejos

Com a expansão do Santo Daime para os grandes centros urbanos, o público daimista passou a ter um perfil socioeconômico mais acostumado à medicalização da experiência do parto e afastado das raízes culturais amazônicas da religião. Isso contribuiu para que o parto realizado pelas parteiras tradicionais com o uso da ayahuasca, mesmo nas comunidades da floresta, passasse em muitos casos a ser preterido em relação a métodos ditos “modernos”, e desse modo a casa/comunidade foi dando cada vez mais lugar ao hospital como local de nascimento.

Segundo Meyer & Meyer (2013), essa transição também teria relação com a percepção que o cidadão brasileiro médio teria do parto como ‘enfermidade’ ou ‘doença’, o que ajudaria a explicar a alta taxa de partos realizados por meios tecnocráticos. Por outro lado, apontam, a manutenção do parto doméstico tradicional em comunidades ribeirinhas e mais isoladas na floresta estaria relacionada à escassez de recursos e dificuldades de acesso a serviços hospitalares.

Não se trata, aqui, de colocar o conhecimento biomédico moderno necessariamente em oposição ao conhecimento tradicional. Pode-se dizer com segurança que a maioria das daimistas, inclusive, não vê contradição, mas complementariedade, entre técnicas modernas e tradicionais de cuidado.

O que nos interessa não é uma falaciosa oposição entre “tradição” e “modernidade”, mas entre violência e liberdade das mulheres sobre suas próprias vidas, seus corpos e seus desejos. Para isso, a informação de qualidade sobre as possibilidades de escolha envolvendo a gestação e o parto, bem como a valorização da expertise feminina no cuidado da mulher cumprem um importante papel.

“manter viva a tradição do parto humanizado é um ato de resistência contra o monopólio das práticas de saúde e a produção de medicamentos, além de valorizar nosso patrimônio cultural, contido nos tradicionais saberes e fazeres intuitivos ou empíricos sobre o uso das plantas”.

É nesse sentido que Vera Fróes (2017) afirma que “manter viva a tradição do parto humanizado é um ato de resistência contra o monopólio das práticas de saúde e a produção de medicamentos, além de valorizar nosso patrimônio cultural, contido nos tradicionais saberes e fazeres intuitivos ou empíricos sobre o uso das plantas”.

Fonte: Roberta Maia. Práticas obstétricas, 2018.

O ritual daimista do parto

Podemos definir a convivência em uma comunidade do Santo Daime como uma experiência de vida ritualizada. Há rituais para toda sorte de iniciações, desde o casamento até o batismo, e com o parto não é diferente.

Clarice define o ritual daimista do parto como um “ritual da simplicidade, que une a simplicidade do daime e a naturalidade e simplicidade do parir”. Segundo ela, são elementos fundamentais desse momento a fé e a confiança da mulher em seu próprio processo:

“Em primeiro lugar, com todas as pessoas que estão presentes, se abre os trabalhos. Para isso é feito o Sinal da Cruz e rezado um Pai Nosso e uma Ave Maria. Depois são feitas orações, pedindo à Nossa Senhora do Bom Parto, ao Mestre Irineu, ao Padrinho Sebastião e nossos guias espirituais por proteção. Logo depois consagramos o Daime (ayahuasca). Dependendo de como estiver o clima no momento, podemos entoar outras orações, colocar um hinário pra tocar ou cantar, até o trabalho de parto desencadear.

O tempo de parto varia muito. Por isso vamos observando o ritmo, a confiança, a presença, o empoderamento da mulher em seu processo. Após algum tempo, servimos um pouco mais de Daime, e podemos também realizar uma defumação e providenciar banhos de assento.

O tempo de parto varia muito. Por isso vamos observando o ritmo, a confiança, a presença, o empoderamento da mulher em seu processo. Após algum tempo, servimos um pouco mais de Daime, e podemos também realizar uma defumação e providenciar banhos de assento.

Quando a mulher sente medo, puxamos nossas orações e nossas rezas. E vamos ali dentro daquela firmeza espiritual levando aquele trabalho. Às vezes a mulher quer meditar. Às vezes quer ficar na banheira. Ela tem a liberdade de vivenciar o processo dela. Quando o bebê nasce, a gente canta o hino “Sol, Luz e Estrela”, do Mestre Irineu, e o hino “Sou Luz, Dou Luz”, do padrinho Sebastião. Depois que o bebê está acolhido a gente reza um Pai Nosso e uma Ave Maria, agradece aos guias e à ancestralidade presentes, e então fechamos o trabalho.

Caso a placenta demore pra sair, tem a oração da placenta, pela Santa Margarida. Nesse meio tempo, fazemos massagens – há várias técnicas diferentes, como a vaporização do útero, a defumação com Santa Maria, invocando sua presença sagrada, e assim vamos conduzindo as necessidades que se apresentam dentro do parto. Cada parto é uma experiência nova, um aprendizado novo.”

A médica Adelise Noal, outra importante parteira daimista, compartilha um pouco da emoção que é vivenciar o parto no âmbito do Santo Daime: “O corpo treme todo ao receber um ser humano recém-nascido das entranhas maternas, como se estivesse num estado de transe. O desabrochar de uma flor, regada com o vinho das almas (ayahuasca)!” (Noal, 2021).

Como podemos perceber, o ritual daimista do parto se relaciona profundamente com a fé e os valores compartilhados pelas mulheres que compõem essa religião, sentimento que é compartilhado pela primeira autora desse artigo, que tomou ayahuasca em uma igreja do Santo Daime durante todo o período de suas gestações, e considera que o Daime teve um papel importante também nos processos de parto e pós-parto:

“Durante todo o período do trabalho de parto de meu segundo filho tomei pequenas doses do Santo Daime, que me proporcionaram a confiança necessária, ainda mais nesses tempos incertos de pandemia. Confiança em mim mesma, no bebê, na equipe que nos auxiliava e em todo o processo que estava acontecendo. Embora esse parto tenha acontecido no ambiente hospitalar, tivemos oportunidade de montar um pequeno altar no recinto. Durante o período expulsivo do bebê, que começava a se prolongar mais do que o esperado, tomei um pouco do Daime, fizemos algumas preces e acendemos uma vela, e a partir daquele momento rapidamente o bebê nasceu. No mesmo dia umedecemos a boca da criança com um algodão que continha o Santo Daime, e tudo isso contribuiu para uma experiência significativa, que continuou no período de puerpério e amamentação”.

Jacqueline Rodrigues e Guaracy Miguel, no dia seguinte ao parto. Ao fundo, à direita, Santo Cruzeiro de madeira e imagem do Mestre Irineu. Arquivo pessoal da autora, setembro de 2020.

Como podemos perceber, a vinculação da experiência do parto ao consumo de ayahuasca no âmbito do Santo Daime pode dar às parturientes confiança e apoio para vivenciarem seu próprio processo. Nesse sentido, há uma frase ilustrativa do Padrinho Sebastião, lembrada por Vera Fróes, segundo a qual “mulher que toma Daime não morre de parto” (Fróes, 2014).

Respeito à liberdade e autonomia das mulheres

Ao longo da história da civilização ocidental, as mulheres têm convivido com toda sorte de violências e ingerências. No próprio debate ora em questão, a agência feminina tem sido constantemente relegada ao segundo plano, em proveito de discursos morais e tecnicistas produzidos notadamente por homens. Apesar disso, elas continuaram e continuam resistindo, e o exemplo da arte de partejar na religião do Santo Daime mostra a potência e luminosidade das mulheres unidas em coletividade.

Ao longo da história da civilização ocidental, as mulheres têm convivido com toda sorte de violências e ingerências. No próprio debate ora em questão, a agência feminina tem sido constantemente relegada ao segundo plano, em proveito de discursos morais e tecnicistas produzidos notadamente por homens. Apesar disso, elas continuaram e continuam resistindo, e o exemplo da arte de partejar na religião do Santo Daime mostra a potência e luminosidade das mulheres unidas em coletividade.

Potência essa que tem profundas implicações subjetivas e coletivas, e que ajudam a manter o tecido social da comunidade, seus ritos e sua cultura vivos e fortalecidos em meio às diversas investidas contra os saberes e estilos de vida tradicionais e a autonomia feminina.

Esperamos que esse luminoso caso brasileiro possa inspirar as pessoas a questionarem a guerra às drogas, despertarem sua sensibilidade antropológica de observar as culturas humanas a partir de seus próprios termos e visões de mundo, e lutarem pelos direitos das mulheres.

E que cada vez mais as mulheres possam levantar sua voz e serem protagonistas de suas próprias vidas, com plena liberdade sobre seus corpos, seus desejos, sua consciência e sua espiritualidade. Talvez assim seja possível à humanidade gestar e dar à luz à tão sonhada utopia de um mundo melhor para todos.


Esse texto é dedicado às mestras Madrinha Rita, Madrinha Julia, Madrinha Cristina, Dona Luci, Dona Maria Nogueira, Maria Corrente, Maria Brilhante, Albertina Corrente, Francisca Corrente, Dalvina Corrente, Madrinha Silvia, Rosa Raulino, Madrinha Sônia Palhares, Ana Maria Vieira, Chris Artese, Adelise Noal e Vera Fróes, e todas as parteiras e mulheres que apoiam as redes de solidariedade feminina no Santo Daime

Arte de Mariom Luna.

Referências:

Meyer, M.E. & Meyer, M.D. (2013). Los Niños de la Reina, Ayahuasca y Embarazo: Um Informe Preliminar. In:  Labate, Beatriz C; Bouso, José C. (Ed.). Ayahuasca y salud. La Liebre de Marzo, Barcelona.

Labate, Beatriz. (2011) ‘Consumption of Ayahuasca by Children and Pregnant Women: Medical Controversies and Religious Perspectives’, Journal of Psychoactive Drugs, 43: 1, 27 — 35. http://dx.doi.org/10.1080/02791072.2011.566498

Rodrigues, Jacqueline e Assis, Glauber L. Madrinha Rita: Matriarca brasileira da ayahuasca. https://chacruna-la.org/madrinha-rita-matriarca-brasileira-da-ayahuasca/

Fróes, Vera. O uso do Santo Daime no parto. Disponível em: https://chacruna-la.org/o-uso-do-santo-daime-no-parto/

Fróes, Vera. (2014). Relato #04. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=7utyQoyzYpk

Noal, Adelise. (2021). Os Psicodélicos no Universo Feminino do Partejar. Disponível em: https://chacruna-la.org/psicodelicos-no-partejar

CONAD (2010). Resolução n.01. Disponível em: www.bialabate.net/wpcontent/uploads/2008/08/Resolução-Conad-_1_25_01_2010.pdf

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