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Horizontes e Fronteiras da Ayahuasca no Brasil – Espiritualidade, Cultura, Gênero e Tradição

18 de Marzo del 2021

Com Edward MacRae, Ana Maria Vieira e Danielli Jatobá

Nesta quinta-feira, dia 18/03, o Chacruna Latinoamérica irá transmitir esse diálogo de altíssimo nível sobre os horizontes e fronteiras da Ayahuasca no Brasil.

Esse evento público e gratuito vai debater pontos importantíssimos e atuais como as questões de gênero no circuito ayahuasqueiro urbano, os dilemas entre globalização do uso da ayahuasca e respeito aos saberes dos povos originários e a história da regulamentação da ayahuasa em terras brasileiras. E para isso vamos receber a antropóloga Danielli Jatobá, o antropólogo Edward MacRae e a professora e liderança daimista Ana Maria Vieira.


Ana Maria Vieira é co-fundadora e liderança espiritual da comunidade ayahuasqueira Céu do Vale, ligada à doutrina do Santo Daime. Graduada em Serviço Social e Letras (USP), com especialização em Filosofia da Educação, Cinema e História da Arte, foi professora universitária durante anos, e hoje se dedica, dentre outras atividades, à reflexão sobre as mulheres e a agência feminina no meio ayahuasqueiro brasileiro.

Edward MacRae nasceu em 1946 em São Paulo e, em 1960 foi estudar na Inglaterra. Ingressou na University Of Sussex onde concluiu o bacharelado em Social Psychology em 1968, e em 1971 obteve o título de mestre em Sociology Of Latin America, na University of Essex (1971). É professor Associado ao Departamento de Antropologia e Etnologia e é pesquisador associado ao Centro de Estudos e Terapia do Abuso de Drogas-CETAD, ambos da Universidade Federal da Bahia. É autor de mais de 40 artigos e livros sobre temas como sexualidade, movimentos sociais, o uso socialmente integrado de substâncias psicoativas, redução de danos associados ao uso de drogas, uso religioso de ayahuasca e Cannabis sativa, entre outros assuntos.

Danielli França Jatobá Possui graduação em Ciências Sociais e mestrado em Antropologia pela Universidade de Brasília (2002). Tem experiência profissional como docente e em pesquisas relacionadas a comunidades quilombolas e povos indígenas; relações raciais; gênero e violência; gênero, história e povos indígenas (Pará, Mato Grosso e Acre).

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